Título: "Tabulação de Enquete baseada na Estratégia enviada em 13/10/08 por Lenice Rocha"
Série/Ciclo/Ano: 3º ano/ 3ª série do Ensino Fundamental
Objetivos:
*Relacionar um conceito matemático com informações do dia-a-dia, fazendo conexão entre a vivência prática e o aspecto teórico, oportunizando aos alunos se tornem sujeitos ativos de sua aprendizagem;
*Construir o conceito de tabela alfa-numérica;
*Construir gráficos de eixo X e eixo Y para a tabulação dos dados inseridos na tabela alfa-numérica;
*Utilizar gráficos que expressem elementos e quantidades para apresentar resultados estatísticos;
*Empregar esses conceitos na execução de tabelas e gráficos feitos à mão ou no programa Excel.
Conteúdos:
Estatística Matemática:
- Tabela alfa-numérica;
- Gráficos;
- Funções do Programa Excel.
Procedimentos:
Título: Tabulação de Enquete
baseada na Estratégia enviada em 13/10/08 por Lenice Rocha
"Funções no Cotidiano"
Contextualização:
Estou realizando com meus alunos um Projeto de Aprendizagem sobre Educação para o Transito. Esse projeto é baseado nas coisas que ainda não sabem e querem conhecer. Ele se encontra em
http://educacaotransitoturma32ano2008.pbwiki.com/FrontPage.
Para isso, os alunos fizeram uma série de perguntas a serem respondidas através de pesquisas variadas. Trinta e quatro perguntas já foram respondidas por meio do material fornecido pela professora: Textos, Vídeos, Joguinhos pelo computador e Passa-tempos variados, no papel. Restando onze perguntas que serão respondidas pelos alunos.
Desenvolvimento:
Em sala de aula: Dessas onze, nessa semana, os alunos discutiram estratégias para responder a pergunta de número nove:
QUEM É MAIS ATENTO NO TRANSITO, AS MENINAS OU OS MENINOS?
No dia 10/11, resolveram substituir as palavras meninas e meninos por mulheres e homens e optaram como solução para responder essa questão fazer uma enquete. Foram distribuídos cento e cinqüenta tirinhas com a pergunta e os espaços de marcar para as respostas.
ENQUETE DA TURMA 32 – ASSUNTO TRANSITO
Quem você acha que é mais atento no transito?
( ) Homens ( ) Mulheres ( ) Os dois
( )Não sei
No dia 12/11, surgiu a dúvida, os alunos queriam saber como iam mostrar os resultados e fazer o levantamento de tosas as respostas. Então sugeri que íamos contar os números para cada resposta e íamos representá-los numa tabela. Começamos a treinar com objetos da sala de aula, por exemplo, quantas mesas amarelas, quantas mesas verdes, quantos objetos temos em aula cortinas, mesas, cadeiras, armários quadros, etc.
Quando começamos a montar as tabelas foi bem fácil de visualizar os resultados, porém, os alunos não se agradaram muito dessa maneira de apresentação e um deles perguntou se a gente não podia fazer em gráfico, como nas revistas quando apresentam entrevistas de opinião. Respondi que sim, que esse era o próximo passo depois da tabela alfa-numérica pronta.
Mostrei um modelo no quadro com eixo X e Y para confeccionarmos gráficos em linhas ou em colunas. A partir dos exemplos, os alunos foram colocando os dados numéricos em um dos eixos e os alfabéticos em outro, conforme suas escolhas e desenvolvemos a apresentação dos resultados dos objetos da sala de aula através de gráficos.
No laboratório de Informática: No dia 13/11 quando retornaram cento e uma enquetes das cento e cinqüenta distribuídas, fizemos o levantamento e a tabela alfa numérica em sala de aula, depois fomos para a informática lançar esses dados no programa Excel para construirmos gráficos mais bonitos e precisos para postarmos no nosso WIKI do projeto. Só foi preciso mostrar como se selecionava a mesma tabela feita em aula e montada, agora, no Excel e mandar inserir gráfico. Houve alunos que se aventuraram mais e construíram gráfico em PIZZA em vez de linhas ou colunas.
Como resultado foram criados 11 gráficos entre os grupos de três alunos que trabalharam por computador na Informática.
Escolhi a estratégia da colega por se tratar de conteúdos afins, visto que para os alunos, mais adiante, compreenderem funções nos gráficos, precisam primeiro conhecê-los e saber para que se destinam para entenderem como transformar os cálculos de uma função em gráfico. Também considerei que a estratégia da colega estava incompleta, não foi citada a série a que se destina e faltou materializá-la com a forma de inserção das funções, os tipos de problemas apresentados aos alunos e uma bibliografia que justificasse a aprendizagem de funções caso seja o caso de séries iniciais do ensino fundamental.
Avaliação:
A avaliação terá alcançado seus objetivos se ao final das atividades desenvolvidas os alunos souberem diferenciar as funções dos eixos X e Y para montar um gráfico, souberem converter tabelas com dados alfa-numéricos em gráficos e entenderem sua utilidade na apresentação de dados estatísticos.
Referências:
- A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: As Representações Sociais e o Grande Desafio do Professor Frente ao Novo Paradigma Educacional
- A Cibercultura e o Surgimento de Novas Formas de Sociabilidade.
- Interação, colaboração e cooperação em ambiente da aprendizagem computacional
- Projeto Educação Para o Transito - Turma 32 - Ano de 2008
- A Probabilidade e a Estatística no Currículo de Matemática do Ensino Fundamental Brasileiro.
- Planejamento das Atividades
- Resultados e Conclusões
Anexos:
Matemática da Vida (Texto)
A base de todas as operações (Texto)
Análise:
Professora e Tutora, obrigada; o fato de qualificar pedagógicamente o meu trabalho por meio de leituras que me dêem um bom embasamento e perspectiva para as minhas ações é uma prática que já comprovei extremamente eficaz. O certo é que há aulas que dão certo e outras não, quando uma não dá certo, trato imediatamente de avaliar e revisar os passos do meu trabalho e os resultados obtidos, não as abandono, me preparo melhor e busco outras estratégias de ação a fim de encontrar êxito!
bjs no coração, Mara.
Comentário do(a) Tutor(a):
Olá, Mara! Tua estartégia está muito boa, meus parabéns! Está bem organizada e elaborada
Valeu! Fernanda
Comentário do(a) professor(a):
Prezada extensionista: mais uma estratégia excelente pois está tanto qualificada por anexos e referências quanto pela própria estrutura pedagógica. Abs.
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